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MARIELLE: Conseguiremos fazer que não se repita?

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Nota em defesa daqueles que precisam de democracia e justiça social

Um dia antes de ser assassinada, Marielle Franco, denunciou mais uma vez nas redes sociais a violência cometida pelo estado através das forças policiais ” “Outro homicídio de um jovem que pode entrar na conta da polícia. Matheus Melo estava saindo da igreja.

Quantos jovens precisarão morrer para que essa guerra aos pobres acabe?”.

A primeira denúncia da vereadora carioca que presidia a Comissão da Mulher, era liderança no movimento negro, defensora dos direitos humanos e acompanhava há oito dias a movimentação da intervenção federal para não ocorrer abusos das Forças Armadas e da polícia aos moradores de comunidades, foi ainda mais forte: ” Somos todos Acari, parem de nos matar – Precisamos gritar para que todos saibam o está acontecendo em Acari nesse momento.

O 41° Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro está aterrorizando e violentando moradores de Acari. Nessa semana dois jovens foram mortos e jogados em um valão. Hoje, a polícia andou pelas ruas ameaçando os moradores. Acontece desde sempre e com a intervenção ficou ainda pior”. 

A vereadora que foi eleita pelo Psol, com 46 mil votos, sabia bem do que falava. Formada em sociologia ela estava denunciando uma realidade concreta para os pobres e negros moradores de comunidades, locais que se assemelham a favela da Maré, uma comunidade da zona norte, onde nasceu.

Marielle foi assassinada brutalmente a tiros dentro de um carro na Rua Joaquim Palhares, no bairro do Estácio, na Região Central do Rio de Janeiro, por volta das 21h30 da quarta-feira (14). O motorista que a acompanhava, Anderson Pedro Gomes, também foi assassinado, além dos dois, uma assessora política também foi atingida por estilhaços.

O dia de hoje foi então cercado por um sentimento nacional de indignação. Os tiros destinados a Marielle, de certa forma, atingem também seus eleitores e mais uma vez colocam em foco o conceito de democracia que encaramos no Brasil. E isso dói muito! Estamos sendo violentados de várias formas. Estão tirando cada um de nossos direitos e mais ainda: Estão tirando os que nos dão voz.

A morte brutal de uma vereadora que teve coragem para denunciar o que é preciso ser denunciado e que não enxergado por uma parte de nossa sociedade, precisa de investigação! Queremos respostas mais precisas das que são dadas no “primeiro minuto” pela polícia e tomadas como verdade pela grande mídia.

Queremos justiça pela Marielle, mas também para o povo da periferia e das comunidades. Queremos segurança, mas também queremos que ela seja dada respeitando os seres humanos e seja verdadeira e duradoura para além dos chavões e politicagens praticadas por ” meia dúzia” de corruptos e golpistas.

Queremos um Brasil que nos dê orgulho, que seja inclusivo e onde a democracia volte a raiar sem o silenciamento dos que defendem os que tão pouco têm. Que os que hoje choram, lembrem-se de seguir com sua luta e transformem o amanhã de todos aqueles por quem Marielle lutava.

Paz, justiça e Igualdade!

Federação dos Trabalhadores, Empregados e Empregadas no Comércio e Serviços do Estado do Ceará (Fetrace)

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Fonte: http://fetrace.org.br/2018/03/15/marielle-conseguiremos-fazer-que-nao-se-repita/

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